segunda-feira, 5 de novembro de 2018

PROJETO ROTA DO SOL



Cajazeiras sediará 
Festival Internacional de Dança


Cajazeiras sediará no dia 23 de novembro, o Festival Internacional de Dança, que reunirá grupos da Argentina, Peru, Santa Catarina e Cajazeiras em apresentações na quadra do Leblon, ao lado da Secretaria de Cultura e Turismo do Município.

A abertura do evento coincidirá com as comemorações alusiva a emancipação política da cidade e será parte integrante da programação do projeto Rota do Sol 2018.  “Espera-se com muita expectativa esse evento, que promete dinamizar ainda mais a cultura de Cajazeiras, fazendo uma integração com outros municípios da região e até mesmo com outros países”, afirmou o secretário de Cultura, Ubiratan di Assis.

Já o Projeto Rota do Sol, denominado de Roteiro Cultural no Alto Sertão Paraibano, tem como proposito o de contribuir para o fortalecimento e promoção das artes populares no Alto Sertão. Serão dez dias de ações culturais, coletivas e integradoras, abrangendo seis municípios, a saber: Cajazeiras, Poço de José de Moura, Uiraúna, Joca Claudino, Triunfo e Bernardino Batista.

Na programação, encontro de dança, Mostra Regional de Teatro, Mostra Nacional de Música, Mostra de Cultura Popular, cursos e oficinas de música e artes cênicas, seminário de tradições culturais, cultura popular, cursos e oficinas pedagógicas para crianças de 7 a 12 anos, oficinas e gastronomia. O projeto é uma realização da Associação Cultural Pisada do Sertão, em parceria com o Governo do Estados e as prefeituras das cidades sedes, onde as atrações culturais serão realizadas. 

CLICK NA IMAGEM ABAIXO PARA VER A PROGRAMAÇÃO 




sexta-feira, 2 de novembro de 2018














PROPOSTAS PARA O ORÇAMENTO 2019

O mandato do Vereador Rivelino Martins, está realizando plenárias populares para debater o orçamento de Cajazeiras para o ano de 2019. O segmento cultural da cidade apresentou as propostas abaixo que estão expostas na arte.

PROPOSTAS:
1. Projeto de Circulação (Giro das Artes) em nível de município (urbano e rural) e regional;
2. Construção de Anfiteatro (teatro de arena) nas praças;
3. Desapropriação de área para circo e parque; (Ao lado da Rodoviária);
4. Lançar edital para realizar Paixão de Cristo;
5. Compra de micro-ônibus ou van para a Secretaria de Cultura e Turismo;
6. Construção de alojamento para receber artistas de outras cidades;
7. Maior inclusão da produção musical local nos eventos de massa;
8. Destinar recurso para o Novembro Negro;
9. Construir galpão no Xamegão e espaços onde já existem a UBS do Bairro São Francisco e outros locais;
10. Linha de Credito do Empreender Cultural.


#VereadorRivelinoMartins
#UmMandatoPopular

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

CONTROVERSO, MAS ABNEGADO: A HISTÓRIA DO CAJÁ ROCK EM 13 CARTAZES E FLYERS.


fonte: https://memodosviralatas.wordpress.com/


Em 1997, o abnegado Osvaldo Moésia, ainda com a sua verve meio punk, meio metaleira (fã dos Ratos de Porão e do Sepultura), dava início a uma saga musical em Cajazeiras digna de livro e documentário. Sim, sem exagero. Digna de um registro sério e detalhado. Afinal, já são 21 anos de Cajá Rock Produções e 18 edições do Cajá Rock Festival.

No longínquo ano de 1997, Osvaldo realizava a 1ª edição do festival. As bandas anunciadas no cartaz foram Apocalipse (ainda não tinha “Conspiração” no nome); Crônicas, que depois viria a se chamar Danos Morais; e Cabeça Chata, da cidade vizinha Bom Jesus. Segundo Osvaldo, Apocalipse não tocou porque desistiu na véspera.

De lá para cá já são 18 edições de um dos festivais de rock mais casca grossa da região. Digo casca grossa porque quem acompanha essa saga, seja nos bastidores da produção ou apenas como público espectador, sabe que, apesar de uma ajudinha aqui e outra ali das iniciativas pública e privada, o negócio sempre foi feito aos trancos e barrancos, “na tora” como dizem por aqui.

Mas por hoje não vou me alongar com detalhes porque a intenção dessa postagem é apenas mostrar a coleção quase completa dos cartazes e flyers (panfletos) do Cajá Rock. Das 18 edições, Osvaldo Moésia me cedeu os 13 cartazes e flyers que restam (apenas os da 3ª, da 4ª, da 13ª, da 15ª e da 17ª edição ele perdeu).

Se graficamente a maioria dos cartazes e flyers é simples e não tem nada que encha os olhos (embora dê para destacar um desenho do cartunista Angeli na 5ª edição e uma simpática Kombi na 14ª), historicamente é um mergulho na nostalgia. Até anotei algumas curiosidades. Por exemplo:

Transplante de rins – O 1º Cajá Rock teve uma concepção beneficente. De acordo com o cartaz, 50% da renda deveria ser destinada para o transplante de rins do professor Andrade, do Colégio Estadual (na época a Cajá Rock Produções ainda se chamava Chakal Rock Promoções).

Monstros – A 2ª edição, também em 1997, apenas um mês depois da 1ª, aconteceu no “Escritório dos Monstros”, no final da Avenida Presidente João Pessoa, onde hoje funciona um lava-jato. Segundo Osvaldo, o local assim se chamava porque pertencia a um tal “Rodrigo Monstro”. PS: o cartaz tem dois monstros desenhados à mão, um Frankenstein e uma caveira.

Música Urbana – A 5ª edição ocorreu em 2003 no extinto bar Música Urbana, que apesar de ter durado pouco, deixou saudade em muita gente. Lembro que lá foi o primeiro e até agora único bar da cidade onde eu ouvi The Prodigy sem ter sido eu que coloquei para tocar. PS: nessa edição a banda Os Monos não tocou.

Cartaz inválido – O 14º Cajá Rock aconteceu em julho de 2012 com as bandas Zé Viola (João Pessoa) e Epidemia Tipo 5. Mas existe outro cartaz que circula pela rede anunciando a 14ª edição no ano de 2011, com as bandas Monster Coyote (São Paulo) e Baião de Doido. Segundo Osvaldo Moésia, esse evento não foi realizado em 2011 porque a banda Monster Coyote não veio.

Locais – Com base nos 13 cartazes e flyers, o Leblon foi o local que mais recebeu o Cajá Rock. Ao lado da quadra de basquete, em frente ao bar de Fonfon, o festival se instalou pelo menos quatro vezes.

Bandas – De 1997 a 2016 (ano da 18ª edição), bandas que viriam a se tornar clássicas tocaram no evento, como Apocalipse (hoje Conspiração Apocalipse), Cabeça Chata, Comportamento Zero, Danos Morais, Epidemia (hoje Epidemia Tipo 5), Escaravelhos, Subgrave (Pau dos Ferros-RN), Insanidade (Sousa-PB), entre outras.

13 cartazes e flyers do Cajá Rock Festival













quinta-feira, 23 de agosto de 2018

ABERTO OFICIALMENTE O CINE AÇUDE GRANDE




O Cine Açude Grande - principal festival de cinema de Cajazeiras, foi aberto oficialmente na noite de ontem com apresentações de filmes na quadra da secretaria de cultura e show musical na praça do Leblon. O festival tem uma programação diversificada que se estenderá até o dia 25 desse mês de agosto, ofertando ao público cinéfilo cajazeirense, mostras de filmes, oficinas, debates, workshops e shows musicais.  

Neste ano de 2018, o festival prestará uma homenagem ao ator e dramaturgo Fernando Teixeira, figura bastante conhecida no cenário cultural paraibano. A homenagem vem pelo reconhecimento; pela sua importância para a cultura paraibana e por tudo que o mesmo tem representado e conquistado, nas produções no campo da dramaturgia – cinema, teatro em todo Estado. “Fernando Teixeira tem 76 anos, dos quais 57 foram de atividades no teatro, no cinema e na televisão. É hoje um dos atores mais respeitados na Paraíba”, afirmou Veruza Guedes, que coordena o evento junto com Thalyta Lima.

A programação do Cine Açude Grande, traz 48 filmes de várias partes do país, para serem exibidos, que concorrerão nas diferentes categorias, a partir da composição de um júri especializado, mas também terá escolha do melhor filme, pelo público presente no evento. A Mostra Infanto-Juvenil, acontecerá também em escolas e as próprias crianças vão poder votar no que mais gostaram.

Além destes filmes selecionados, haverá ainda, sessão especial sobre o Açude Grande, documentário produzido pelo Fórum do Açude Grande, seguido de debate. Assim como lançamento de filmes produzidos no sertão, como: “Quando Decidi Ficar” de Maycon Carvalho e “Você Conhece Derréis?” de Veruza Guedes. Ao final de cada sessão, a festa continua com muita música nos barzinhos que ficam na orla do Açude Grande e shows musicais na Praça do Leblon.









quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Em homenagem aos 155 anos de Cajazeiras, três poemas de dois poetas que são referências na história da militância cultural de nossa cidade.














O VELHO PÉ DE CA
poema de Modesto Maciel


Este pé de cajá, cajazeiras
Não tem mais razão de existir
Além de tão velho ele estar
Hoje vive a nos incomodar
Por tanto esta árvore, cajá
O seu pé eu vou ter que cortar
Neste espaço eu pretendo implantar
Um edifício com teto e energia solar

Não, meu senhor!
Não cometa tamanho absurdo
Na minha infância esta árvore foi tudo:
Em sua sombra eu brincava, nela, eu subia e pulava
Os seus frutos eu saboreava
Preserve este símbolo da história
O seu nome nos deu tanta glória
Não destrua a nossa memória!

Olhando ao seu arredor
A frondosa sem nada entender
O seu tronco a se estremecer
Motosserra começa a rolar
Folhas e galhos caindo a sangrar
Sentindo a força e a máquina a matar
Cajazeiras de luto ora está
Seus cajás nunca mais vou sugar.


KULTURA KOM KÁ
poema de Modesto Maciel

Se é um ato de loukura
A nossa obra de arte
O kriador e a kriatura
São diferentes da postura
Ki fecha os kaminhos da kultura
Do papel social do artista na estrutura

Kultura erudita é kultura dominante
Kultura controlada é kultura popular
Kapital da kultura
Kajazeiras de almoço sem pautar

Tem uns kivem de fora, só beber e kurtir akí
E outros kivão daki trafikar polítika lá
Vem Kaim, vem Abel, vem praká
Mas nada de roubar, de rachar, de matar
de preparar a sepultura
Da terra da kultura kom ká.


















ODE A CAJAZEIRAS 
OU POR TUA CULPA, POR TUA MÁXIMA CULPA
poema de Irismar di Lyra

De sabedoria te imagino poema;
no exílio, minha`alma inquieta-se.
Na condição de filho
fora de casa,
fiz de ti, Cajazeiras,
o teor dos meus poemas
e, à distância, outra cidade me acolhe,
sem seus atributos peculiares.

Eu insulto daqui, a Cajazeiras pacata,
a que assiste patética, muda e sem ação
a administrações que se revezam
sem dar-lhe vez, voz ou direito de participação.

Eu insulto a política raquítica,
a que faz obras de fachada
e anda a passos de jabuti;
o administrador que constrói praça,
para outro que chaga destruí.

Eu insulto a Cajazeiras sem ateliês,
motivos pelos quais, os painéis
de Luisa Moisés
resistem sem galeria;
o teatro sem espetáculos,
a cultura em agonia.
(tem sido assim teu dia-a-dia)

Como Pedro negaste três vezes
a Raimundo Correia Ferreira
o Poder Municipal.
(esse certamente fora o seu mal)
Não! A essa Cajazeiras feito diocese,
que neutraliza os ideais dos filhos mais fiéis
e deixa que seus sonhos morram na catedral.

Refuto a Cajazeiras não tão bela,
quanto Marta Ferreira;
não tão fina quanto Liduina;
a que se perde em corsos,
comícios, carreatas, enterros,
procissões e infindáveis romarias.
Perdoa-me se n`algumas horas
te acho feia,
te penso longe,
te sinto fria.
Por tua culpa, por tua máxima culpa!

Exalto os anos setenta,
tempos memoráveis do Colégio Estadual,
da efervescência do movimento estudantil,
do Centro Cívico Olavo Bilac,
do culto a Flor do Lácio,
de descobertas mil.

Exalto os novos poetas a reivindicarem
em versos, espaço  para a arte
contestando a repressão política
do poder sobre a livre expressão
(tempo de pura deglutição)

Ainda que teus vivos, como teus mortes
não repousem a paz dos cães de Otacílio,
regozijo-me, por assim, amar-te,
e envio, daqui, um beijo, deste teu filho.

Fora! ... aquele que não sabe amar-te
Fora! Aquele que não quer reconhecer,
que pelos desígnios da arte e da cultura,
és a Terra que ensinou a Paraíba ler.




terça-feira, 21 de agosto de 2018

9ª REGIONAL DE CULTURA ESCOLHE REPRESENTANTE PARA O CONSECULT-PB NESTA QUINTA (23)


Lenilson Oliveira

      Daniel Dantas                                                Francisco Carlos                                      Francisco Ernandes 


Três nomes estão na disputa para ser o representante civil da 9ª Região de Cultura, compreendendo os municípios de Bernardino Batista, Bom Jesus, Bonito de Santa Fé, Cachoeira dos Índios, Cajazeiras, Carrapateira, Joca Claudino, Monte Horebe, Poço Dantas, Poço de José de Moura, Santa Helena, São João do Rio do Peixe, São José de Piranhas, Triunfo e Uirauna no Conselho Estadual de Política cultural do Estado da Paraíba (CONSECULT-PB), para o biênio 2018/2020, com votação a ser realizada no dia 23 de agosto do corrente, quinta-feira, nos horários da 09h às 17h.
Colocaram seus nomes à disposição da população os artistas e produtores culturais Daniel Dantas (Cajazeiras), Francisco Carlos Venceslau (Bonito de Santa Fé) e Francisco Ernandes (Cajazeiras).
A votação será realizada em duas cidades: em Cajazeiras, no Teatro Íracles Brocos Pires, na Rua Doutor Líbio Brasileiro, 176, Centro, e em Poço de José de Moura, no Memorial Zé de Moura, na Avenida Tirso Alves de Moura, 59, Centro.
O CONSECULT, composto de 24 membros, sendo eles 12 pessoas da sociedade civil, e mais 12 pessoas indicadas pelo Governador do Estado, tem como objetivos a garantia de execução dos itens culturais no Estado, apreciação e deliberação sobre as propostas de criação e/ou revisão do Plano Estadual de Cultura, propor medidas de estímulo, fomento, amparo, valorização, difusão, descentralização, democratização e gestão compartilhada da cultura, entre outros.
De acordo com o regulamento, qualquer pessoa a partir de 16 anos pode votar, contanto que resida em qualquer um dos 15 municípios da 9ª Regional de Cultura e esteja portando um documento oficial com foto.
Em toda a Paraíba, a votação será realizada em 24 cidades das 12 Regionais de Cultura.


fonte: Destaquepb

sábado, 11 de agosto de 2018

CAJAZEIRAS RECEBE NESTE MÊS DE AGOSTO O PROJETO SESC ENCENA




O Sesc Paraíba apresentou seu novo projeto de circulação de artes cênicas, o Sesc EnCena. De forma itinerante, o projeto terá início no dia 15 de agosto próximo e percorrerá as cidades de João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, Patos, Sousa e Cajazeiras. Na programação, além dos espetáculos teatrais, conversas e palestras, terá também a realização de seis oficinas itinerantes, em cada uma das cidades contempladas.

As oficinas serão ministradas de forma especificadas dentro do campo das artes cênicas, pelos grupos que compõem a programação e são abertas ao público em geral com disponibilidade de apenas 25 vagas. Portanto os interessados em Cajazeiras, que queiram participar das oficinas, devem fazer suas inscrições no site do Sesc-Paraíba.

O Sesc EnCena deste ano, tem como objetivo, a democratização e descentralização dos bens culturais, rompendo as fronteiras geográficas da Paraíba. Aproximando e facilitando o acesso do público das diferentes cidades a produção cênica do Estado.

Nos 17 dias de programação do Sesc EnCena envolverá debates, conversações, apresentações dos grupos nas 6 cidades paraibanas e realizações de mais de 30 oficinas. O Projeto será aberto ao público e abrigará diversas linguagens artísticas, como a dança, o circo e o teatro.

Os espetáculos que integram a programação são: Mercedes, da Companhia Galharufas; troca-se histórias por brincadeiras, do Grupo Teatral Arretado Produções Artisticas; Palavra de Rei, da Companhia Café com Pão de Teatro; Guara-mamo, da Cia Mutuca; Berço Esplêndido, da Cia Os Cogitadores e Baile Muderno, da Companhia Fuá de Terreiro.
Em Cajazeiras as ações do Sesc EnCena, vão ocorrer no Teatro Iracles Pires e a programação está assim definida:

Dia 25/08, das 18 às 21h, Oficina: "Ação do Ator na Cena Randômica". Cia Galharufas
Dia 26/08, às 20h, apresentação de “Marcedes”. Cia Galharufas. Classificação: 14 anos.
Dia 27/08, das 18 às 21h, Oficina: “Das Artes Visuais ao Foco da Cena”. Grupo Teatral Arretado Produções Artísticas.
Dia 28/08, às 17h, Apresentação da peça infantil: “Troca-se Histórias por Brinquedos”. Classificação Livre.
Dia 28/08, das 18h às 21h, Oficina: “O Ator de Rua e suas Extensões”. Cia Café com Pão de Teatro.
Dia 29/08, às 18h, apresentação da peça: “Palavra de Rei”. Cia Café com Pão de Teatro. Classificação: Livre. Local: Sesc Cajazeiras.
Dia 29/08, das 18 às 21h, Oficina: “O Imaginário no Corpo do Ator”. Cia Mutuca de Circo e Teatro.
Dia 30/08, das 18às 21h, apresentação da peça: “Guara-mamo”. Cia Mutuca de Circo e Teatro. Classificação: Livre.
Dia 30/08, das 18 às 21h, Oficina: “Oficina de Teatro Épico”. Cia Os Cogitadores.
Dia 31/08, às 20h, apresentação da peça: “Berço Esplêndido”. Cia Os Cogitadores.  Classificação: 16 anos
Dia 08/09, das 18 às 21h, Oficina: “Cavalo Marinho: Brinquedo Popular”. Cia Fuá de Terreiro.
Dia 09/09, às 20h, apresentação da peça: “Baile Muderno”. Cia Fuá de Terreiro. Classificação: 12 anos.