quinta-feira, 1 de abril de 2010

O DOURADO POR DO SOL EM CAJAZEIRAS



Sou o Tempo que passa, que passa.
Sem princípio, sem fim, sem medida! ...A correr, de segundo em segundo... Vou formando os minutos que correm... Vou correndo sereno e constante... E não há para o Tempo demoras! Não gasteis os minutos sem pena! Não façais pouco caso das horas! Trechos do soneto "O tempo" de Olavo Bilac.

Um comentário:

talyta disse...

"E a natureza disse com desgosto:
Terei somente,porventura, rosto?!
Serei apenas mera crusta espessa?
Pois é possível que Eu, causa do Mundo,
Quando mais em mim mesma me aprofundo
Menos interiormente me conheço?!
(Augusto dos Anjos)
Natureza bela e mistériosa, algo sem conceitos e estudos definido, é tudo que a sociedade precisa,adimirar e aproveitar com coração.