quinta-feira, 19 de julho de 2012

Imagens remotas da história social de Cajazeiras.

Antiga imagem de Praça Pública em Cajazeiras
O logradouro (talvez) localizava-se onde é hoje a atual 
Praça da Prefeitura ou ficava próximo ao paredão do açude 
grande no final da Rua Epifânio Sobreira. 
 
Otacilio Trajano, Riba e João Robson.
Foto do Festival Regional da Canção no Sertão-década 70,
no pequeno tablado da tela do Cine Teatro Apolo XI.
(Foto Restaurada)

Câmara Municipal-Entrega de Diploma Ginasial
No centro o Professor e Poeta Cristiana Cartaxo observa
o hoje Fotógrafo Galdino Vilante entregar o documento 
a sua irmã Jandira Vilante.
(Foto Restaurada)

Velhos Carnavais no Cajazeiras Tênis Clube
(Foto Restaurada)


 Antigo Posto Fiscal de Cajazeiras
Os Jeeps eram o principal veículo com tração quatro rodas 
que transportavam pessoas da zona rural para a cidade. 
Aqui um desses momentos. Os veículos estacionados 
no antigo Posto Fiscal Nilson Lopes.

   Otacílio Trajano e Pedro Gomes
Mesa de bar. Otacílio Trajano na sanfona e
Pedro Gomes acompanha no Violão.
(Foto Restaurada)



2 comentários:

GVilante disse...

Existe no blog, uma foto minha, Galdino Vilante Filho, com a seguinte Informacao:"o hoje fotografo". Eu ficaria horrado se realmente fosse fotografo, mas faco fotos apenas como Passatempo, minha formacao sempre foi em eletronica.Ficaria feliz ao visitar o blog nao encontrar mais este engano.Muito obrigado.
Galdino Vilante Filho.

Francisco Cleudimar F. de Lira disse...

pocha cara, desculpe,não imaginava que você ia ficar tão sentido assim. Acho que todos nós que gostamos de fotografias, e que conduzimos uma câmera fotográfica e fazemos fotos tão belas, assim como você faz sobre Cajazeiras, merece ser chamado de fotógrafo. Se você faz por passatempo, tem o reconhecimento do eu trabalho e portanto é fotógrafo amador; se faz por profissão é um profissional da fotografia. Eu não falei que você é fotógrafo profissional, apenas desse "o hoje fotógrafo" tendo como base o trabalho que você tem feito no campo da fotografia.

uma abraço
cleudimar